Tratar a Reforma Tributária como um problema contábil é o mesmo que tratar uma crise de caixa como erro de lançamento.
A contabilidade cumpre seu papel operacional. Mas a reforma exige decisões estratégicas: revisão de modelo de negócio, estrutura de custos, contratos e até da forma como a empresa se organiza juridicamente.
Empresas até R$ 30 milhões não têm margem para erro. Um ajuste mal feito pode significar:
• aumento real da carga tributária;
• risco fiscal indireto;
• conflitos contratuais;
• impacto direto no fluxo de caixa.
A reforma exige leitura integrada entre:
• contábil (regime, enquadramento);
• jurídico (contratos, riscos, responsabilidades);
• financeiro (caixa, margem, capital de giro).
Quem continuar olhando apenas para guias de impostos vai chegar atrasado.